Um pouquinho de mim
Só hoje, na véspera de completar meus 22 anos de idade, é que eu fui me dar conta do porquê eu gosto tanto de frio. Não gosto de sentir frio e nem de pegar aquela chuva gelada, mas se eu estiver devidamente agasalhado e se a chuva for do lado de fora da janela...
Na verdade, se eu for descrever bem de como eu gosto do clima, fica na cara que meu favorito é o outono. E olha que coincidência, eu nasci em pleno outono, ou melhor, em seu pleno início.
Não, eu não vou falar sobre meus gostos peculiares nesse texto. Apenas resolvi começá-lo com uma pequena percepção da minha parte. Observação essa que de tão insignificante, me passou desapercebido por quase 22 anos, até hoje. O fato é que existem duas datas no ano que me deixam reflexivos demais sobre mim mesmo. O meu aniversário e o Ano Novo.
E nesse aniversário não está sendo diferente.
É valido para mim pensar em todo esse tempo. Todas as conquistas que obtive, todos os sonhos e vontades que consegui realizar, todas as decepções e desilusões que eu vivi, tudo o que eu aprendi, tudo que construí e tudo o que sou.
Ser quem você já é, é muito fácil. Difícil é ser quem você ainda quer ser. E essa é uma das coisas que eu me pergunto nesse dia. Quem sou eu? Eu gosto de quem eu sou? Eu melhorei o que eu já quis melhorar? Eu sou quem eu quero ser, ou sou apenas um reflexo das situações e do acaso que me ocorrem desde o meu primeiro dia de vida?
Com 22 anos de idade eu sei cada vez menos. Aliás, eu me arrisco a dizer que eu não sei nada.
Eu não lembro tudo que eu quis um dia, eu não tenho certeza se o que eu faço no momento é certo e definitivamente eu não tenho certeza nenhuma sobre o que eu quero para o amanhã.
Incertezas...confesso que em alguns momentos elas me servem com um quê de êxtase surpreendente. Mas me falta uma dose de coragem, para que essas incertezas sejam mais realizadoras em minha vida.
Eu assumo que eu já mudei bastante e que com alguns pesares, gosto muito de quem sou. Mas confesso também que eu creio em algo maravilhoso que me espera.
Tudo que eu não quero é ser mais um. Mais um escravo bitolado dessa sociedade hipócrita.
Tenho medo das mudanças que vêm pela frente, mas...veremos.
Isso é um pouquinho de mim e de quem eu sou. Se parecer maluquice, cuidado! Meus 22 anos acabaram de começar. Se até os 21 eu já não era normal, imagine com 22...
Na verdade, se eu for descrever bem de como eu gosto do clima, fica na cara que meu favorito é o outono. E olha que coincidência, eu nasci em pleno outono, ou melhor, em seu pleno início.
Não, eu não vou falar sobre meus gostos peculiares nesse texto. Apenas resolvi começá-lo com uma pequena percepção da minha parte. Observação essa que de tão insignificante, me passou desapercebido por quase 22 anos, até hoje. O fato é que existem duas datas no ano que me deixam reflexivos demais sobre mim mesmo. O meu aniversário e o Ano Novo.
E nesse aniversário não está sendo diferente.
É valido para mim pensar em todo esse tempo. Todas as conquistas que obtive, todos os sonhos e vontades que consegui realizar, todas as decepções e desilusões que eu vivi, tudo o que eu aprendi, tudo que construí e tudo o que sou.
Ser quem você já é, é muito fácil. Difícil é ser quem você ainda quer ser. E essa é uma das coisas que eu me pergunto nesse dia. Quem sou eu? Eu gosto de quem eu sou? Eu melhorei o que eu já quis melhorar? Eu sou quem eu quero ser, ou sou apenas um reflexo das situações e do acaso que me ocorrem desde o meu primeiro dia de vida?
Com 22 anos de idade eu sei cada vez menos. Aliás, eu me arrisco a dizer que eu não sei nada.
Eu não lembro tudo que eu quis um dia, eu não tenho certeza se o que eu faço no momento é certo e definitivamente eu não tenho certeza nenhuma sobre o que eu quero para o amanhã.
Incertezas...confesso que em alguns momentos elas me servem com um quê de êxtase surpreendente. Mas me falta uma dose de coragem, para que essas incertezas sejam mais realizadoras em minha vida.
Eu assumo que eu já mudei bastante e que com alguns pesares, gosto muito de quem sou. Mas confesso também que eu creio em algo maravilhoso que me espera.
Tudo que eu não quero é ser mais um. Mais um escravo bitolado dessa sociedade hipócrita.
Tenho medo das mudanças que vêm pela frente, mas...veremos.
Isso é um pouquinho de mim e de quem eu sou. Se parecer maluquice, cuidado! Meus 22 anos acabaram de começar. Se até os 21 eu já não era normal, imagine com 22...
Comentários