Apenas um pensamento real

Ao completar mais de 1000 acessos em meu blog e o meu 40º post, só tenho a agradecer aos meus "fãs".
(risos)
Ok, tudo bem. Aos meus amigos que por caridade ( e que sá, um pouco de vontade real e própria ) visitam meu blog e deixam seus comentários. Aos anônimos e também aos que só lêem uma vez, vão embora e nem voltam a entrar.

Enfim. Nesta data especial e de muita comemoração, depois de muito tempo sem escrever e quase enferrujado, influenciado pela filosofia gostaria de lançar um texto com proposta única de reflexão.

O que é realidade, ou (mais especificamente) o que é realidade para você?
Há diferença entre essas duas questões?
Se há, o que é então a realidade mundana? É aquilo que de fato existe?
Se sim, então tudo que não é material necessariamente não existe e logo não é real?

- Perceba que não desenvolvi a idéia...preste atenção nos termos que uso para refletir! -

Então sentimento não existe? Claro que existe. Essa foi só para catucar.
Mas, quando um sentimento é real?

Vamos citar o amor, tudo bem? E aqui entra um pouco de lógica...

Se o amor só pode existir a partir de duas pessoas e após um relacionamento apenas uma parte diz que amou e a outra não. Então houve amor?
É óbvio que pode e deve existir um sentimento que não seja, necessariamente recíproco. Mas seria esse o famoso amor?

Existe, de fato, amizade quando só um assim considera?

Só porque você come não há fome no mundo!?

Não sei...apenas pensamentos....O que é real para você?

Comentários

Antonio Rossano disse…
Como diria o poeta/filósofo: "Penso logo existo!", mas peraí.... Cadeira pensa? E é com essa frase de efeito que começo o meu comentário... Hahahahaha!

Acredito que haja amor verdadeiro em uma relação mesmo quando só umas das partes ama... Isso seria o amor ágape, amor pleno, amor perfeito, amor que não cabe medidas nem dimensões, um amor divino, incondicional, que se sacrifica por quem ama, nada espera em troca. Na minha opinião, é o amor verdadeiro, o famoso amor... Se uma pessoa, mesmo afirmando que amou a outra, mas não sentiu tdo o que foi descrito acima, não amou verdadeiramente... O que é dificil de entender é que o amor verdadeiro, nada mais é do que doar-se pelo outro, sair de si... Descobrir que só seremos felizes, quando fizermos o outro feliz e não tentar interiorizar, individualizar tdo e a tds...

No mínimo existira o amor eros, o amor mais egoísta, baseado nos prazeres, na auto satisfação, no usar o outro a seu bel prazer... Mesmo assim, ainda existirá o amor...

E termino parafraseando São Paulo, quando ele diz:

O amor é sofredor, é benigno, o amor não é invejoso, o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal. Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha! (I Coríntios 13, 4-8).

Ou seja, se pelo menos uma das partes sentiu o que foi descrito acima, eu diria que sim, existiu o amor naquela relação!
Unknown disse…
Eu não ia comentar pois meu comentário pareceria ridículo perante o seu post e ao comentário do Tonhão. Mas como eu sei que é bom saber que as pessoas lêem o que escrevemos, fica aqui meu Oi.

Gostei muito do texto, vou ler novamente e quem sabe eu te conto pessoalmente minhas interpretações...
Renata Barbosa disse…
Boa reflexão!
De fato esta é uma boa questão!
Se descobrir te conto!
Hahaha
=D

Renatinha

Postagens mais visitadas deste blog

Caras e Bocas

Feitos um pro outro

Não amadurecemos...Endurecemos!