Que Morram!

Que morra!
Deus que me perdoe, mas hoje eu desejei a morte.
Não pra mim, é claro. Seria idiotísse se o fizesse. Afinal, diante de tal situação eu já estára morto. Mas o fato é que hoje eu desejei a morte.

Morte àquele que toca seu cabelo.
Morte àquele que toca sua mão.
Morte àquele que está ao seu lado.
Morte àquele que acerta onde eu errei.
Morte à mim, que depois do que vi, já não suportaria viver.
Morte à mim, que não sei viver sem você. E que hoje já não quero te ver.

Comentários

Renata Barbosa disse…
Profundo!
Antonio Rossano disse…
De vez em quando também desejo a morte de algumas pessoas.... E fico entretido nos meus pensamentos de como seria uma morte lenta e doloroza pra elas... Mas fico triste qdo me toco que não posso seguir adiante com essas imaginações, pelo menos não sem maiores consequencias! rs..

Oops...! Falei isso alto?! rs...
Unknown disse…
Tomei um susto quando li! Fiquei pensando quem teria sido sua vítima, e por causa de quem essa vítima teria sido promovida a essa condição. Digo isso devido a concorrência que existe em torno de você. Mas fiquei feliz por saber que é um texto que reflete um momento passado. Só não brinque muito com a dona morte, quando mais se fala nela, mais rápido ela vem.
Anônimo disse…
se o monstrinho acha que a princesa vai desistir dele por causa de seus joguinhos, ele está enganado.
A princesa descobriu as intenções do monstrinho e agora ela está muito mais apaixonada, vou entrar na sua brincadeira, pois sei que o amor verdadeiro não é fácil de se conquistar.
Monstrinho bobinho, quero ser sua monstrinha encantada.

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