Vá ao cinema: "A Origem"
No extremo da era digital e tecnológica, onde tocamos telas abismados ( como se não tivéssemos tato ) e nos fascinamos com filmes 3D ( como se existíssemos numa folha de papel ), eu voltei a lembrar da sensação de ver um filme maravilhoso de novo. Os novos filmes são bons. Sim, é verdade. Mas não achei que me conformaria apenas com filmes bons e hoje eu acordei.
O filme "A Origem" trás uma simplicidade ideológica atrelada a uma complexa contextualização de umas das nossas questões nesse mundo: "Porque sonhamos? Como sonhamos? Do que são feitos os sonhos?"
Com elementos clichês de hollywood e um mundo de idéias cabíveis à nossa compreensão Christopher Nolan ( Batman, O Cavaleiro das Trevas ) ao dirigir "A Origem" trouxe de volta ao mundo do cinema a qualidade e inovação. Sem explorar elementos do futuro digital, o diretor conseguiu fazer um filme que envolve ação, inteligência, emoção, esperança, e porque não, dúvidas.
E com um roteiro incrível e bons atores pôde, sem exagero, adicionar elementos computacionais ( já vistos antes ), mas que deram ao filme um toque de riquesa.
Por fim, fecho ressaltando a interpretação do Leonardo Dicaprio que, marcado por filmes como "Titanic" e "Diamantes de sangue", não poderia ter sido melhor. Atuando com ênfase nos jogos de raciocínio e extremamente envolvido na ação do filme, ele passa o tempo todo uma verdade em seu olhar que te faz entrar no filme e se render a um brilhante enredo que só termina em casa, após pensar bastante no desenrolar da trama.
O filme "A Origem" trás uma simplicidade ideológica atrelada a uma complexa contextualização de umas das nossas questões nesse mundo: "Porque sonhamos? Como sonhamos? Do que são feitos os sonhos?"
Com elementos clichês de hollywood e um mundo de idéias cabíveis à nossa compreensão Christopher Nolan ( Batman, O Cavaleiro das Trevas ) ao dirigir "A Origem" trouxe de volta ao mundo do cinema a qualidade e inovação. Sem explorar elementos do futuro digital, o diretor conseguiu fazer um filme que envolve ação, inteligência, emoção, esperança, e porque não, dúvidas.
E com um roteiro incrível e bons atores pôde, sem exagero, adicionar elementos computacionais ( já vistos antes ), mas que deram ao filme um toque de riquesa.
Por fim, fecho ressaltando a interpretação do Leonardo Dicaprio que, marcado por filmes como "Titanic" e "Diamantes de sangue", não poderia ter sido melhor. Atuando com ênfase nos jogos de raciocínio e extremamente envolvido na ação do filme, ele passa o tempo todo uma verdade em seu olhar que te faz entrar no filme e se render a um brilhante enredo que só termina em casa, após pensar bastante no desenrolar da trama.
Comentários
ueheuheuehu
Seguindo a vida... seguindo cada dia. Cada dia de comissario né... Abcs
Voce escreveu? FODAAA! Vou ver o filme assim que eu puder. - FERMO