Pré-Poder-Conceito
É isso mesmo. Nada mais do que um mal uso de tudo que há de ruim na sociedade.
Um preconceito do povo e ao mesmo tempo um excesso de autoridade absurdo.
Quem, nesse mundo, têm autoridade para arrancar uma criança das mãos de sua mãe. Quem?
Ainda que houvesse a maior das justificativas para fazê-lo, seria necessário o mínimo de esclarecimento àquela que é por direito natural, social e sei lá mais o que, responsável pela criança em questão. Mas não!
Ao que me parece, aplicar um chave de braço em uma mulher indefesa, segurando uma criança de colo, é muito mais fácil.
Existem milhares de crianças de rua, que largadas pela sociedade vivem de esmola.
Largadas pela sociedade sim. Porque não se escolhe em que família nascer e muito menos o nível de responsabilidade ou estudo de seus pais.
Mas ainda assim nós não nos preocupamos com isso. Simplesmente ficamos entristecidos com tal fato, ou até mesmo assustados diante da presença de uma criança ao sinal vermelho.
Na maioria das vezes esse dinheiro nem fica com a criança, mas ainda assim é tudo muito normal para nós. Nada nos leva a tomar alguma atitude ou fazer alguma denúncia.
Agora, quando se trata de um cigana - povo muito criticado e condenado até por bruxaria - as coisas são diferentes. Tudo se torna um absurdo.
Porque incomoda tanto à essa pessoa que fez a denúncia o fato de uma cigana, casada, com família, ler a mão de seus clientes com uma criança de colo.
Enquanto que existem milhares de casos semelhantes e até verídicos eu diria.
Porque a urgência da polícia em extrair das mãos de uma mulher o seu filho?
Sim, porque a criança não foi tirada, nem removida, mas sim arrancada ou até roubada diante dos olhos da mãe. Que somente depois foi saber o porque de tal agressividade e aí sim constar que não se passava de um engano.
Um engano terrível que ser quer foi averiguado. Apenas foi imposto. Foi feito, pura e simplesmente por que existe uma coisa chamada poder.
Quem dá esse poder? Alguém pode tira-lo?
Devo temer pelos filhos que pretendo ter um dia? Ou pelos filhos de conhecidos?
Devo questionar a denuncia? O governo? A polícia? A política do fazer por fazer?
Devo ?
Aqui fica uma critica confusa e desesperada, de uma mente um tanto quanto assustada.
Um preconceito do povo e ao mesmo tempo um excesso de autoridade absurdo.
Quem, nesse mundo, têm autoridade para arrancar uma criança das mãos de sua mãe. Quem?
Ainda que houvesse a maior das justificativas para fazê-lo, seria necessário o mínimo de esclarecimento àquela que é por direito natural, social e sei lá mais o que, responsável pela criança em questão. Mas não!
Ao que me parece, aplicar um chave de braço em uma mulher indefesa, segurando uma criança de colo, é muito mais fácil.
Existem milhares de crianças de rua, que largadas pela sociedade vivem de esmola.
Largadas pela sociedade sim. Porque não se escolhe em que família nascer e muito menos o nível de responsabilidade ou estudo de seus pais.
Mas ainda assim nós não nos preocupamos com isso. Simplesmente ficamos entristecidos com tal fato, ou até mesmo assustados diante da presença de uma criança ao sinal vermelho.
Na maioria das vezes esse dinheiro nem fica com a criança, mas ainda assim é tudo muito normal para nós. Nada nos leva a tomar alguma atitude ou fazer alguma denúncia.
Agora, quando se trata de um cigana - povo muito criticado e condenado até por bruxaria - as coisas são diferentes. Tudo se torna um absurdo.
Porque incomoda tanto à essa pessoa que fez a denúncia o fato de uma cigana, casada, com família, ler a mão de seus clientes com uma criança de colo.
Enquanto que existem milhares de casos semelhantes e até verídicos eu diria.
Porque a urgência da polícia em extrair das mãos de uma mulher o seu filho?
Sim, porque a criança não foi tirada, nem removida, mas sim arrancada ou até roubada diante dos olhos da mãe. Que somente depois foi saber o porque de tal agressividade e aí sim constar que não se passava de um engano.
Um engano terrível que ser quer foi averiguado. Apenas foi imposto. Foi feito, pura e simplesmente por que existe uma coisa chamada poder.
Quem dá esse poder? Alguém pode tira-lo?
Devo temer pelos filhos que pretendo ter um dia? Ou pelos filhos de conhecidos?
Devo questionar a denuncia? O governo? A polícia? A política do fazer por fazer?
Devo ?
Aqui fica uma critica confusa e desesperada, de uma mente um tanto quanto assustada.
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